BOLA ENLINHADA
Hellio Campos
Uma bola mágica encordoada
Redonda, caprichosamente redonda!
Ajustada com esmero de um artesão
Que com o barbante na mão
Guiava cada volta dando-lhe o formato
De uma bola encantada em alegria
Quando chegava ao seu destino
Na praia da Avenida, Paciência ou Areia Preta
Os peladeiros já esperavam ansiosamente
Pegavam, olhavam, elogiavam e experimentavam
Com um chute para o alto, bem alto, na direção do céu
Todos olhavam a bela trajetória, o subir e descer
Admirados, com aquele peculiar ar juvenil
Estavam preparados para a mais árdua disputa
O prazer por mais um benfazejo chute
Que sacramentava de vez o batismo da bela enlinhada
Naquele instante era só alegria e rostos sorridentes
Pensamento voltado para a senhora majestade
A bola enlinhada, que garbosamente rolaria
Incitando a molecada rio-vermelhense a correr
Desbragadamente plena de felicidade
A bola de barbante era simplesmente fascinante
Tinha um poder grandioso de aglutinar pessoas
De fazer amigos, no seu jogo da vida.
No bate, rebate, do encontro e desencontro
Tocava sutilmente o coração daqueles fies peladeiros
Na correria desenfreada atrás da gorducha enlinhada
Ora na areia fofa, ora no espelho d’água
Estava a esperança de ser grande, a fé de ser gente
A certeza de trilhar os caminhos do seu verdadeiro eu
Motivada pela magia exuberante da bola enlinhada
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Aquecimento
Conversando outro dia com Pino sobre a Antologia do Rio Vermelho, ele me sugeriu que criasse um maneira de motivar as pessoas a começarem escrever e publicar seus contos ou poesias no nosso blog, uma forma interssante, um belo aquecimento. Conto com vocês. Vamos lá.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
REGULAMENTO
1. Podem participar moradores e ex-moradores, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é sobre o Rio Vermelho.
2. As inscrições, ou seja, a indicação do interesse em participar do livro deve ser encaminhada via e-mail: através de uma ficha de inscrição contendo dados pessoais e até o dia 31 de outubro de 2009.
3. O limite de cada CONTO é de até 6 (seis) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times New Roman ou Arial.
4. A POESIA poderá ter no máximo duas páginas em espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times New Roman ou Arial.
5. Cada participante poderá inscrever até dois (2) Contos e duais (2) Poesias.
6. As inscrições são inteiramente gratuitas.
7. Os CONTOS e as POESIAS devem ser remetidos até o dia 30 de novembro em arquivos Documento Word para os e-mails: hjbcc@lognet.com.br e helliocampos@gmail.com, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados dos autores:
a. nome completo;
b. nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de publicação;
c. data de nascimento / profissão;
d. endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).
8. Será constituída uma Comissão avaliadora voluntariada composta por 3 (três) nomes entre os inscritos e/ou externo com reconhecida capacidade artístico-cultural para analisar os CONTOS e POESIAS quanto ao conteúdo e forma, cabendo sugerir alterações e revisões.
9. 13. A inscrição no presente projeto da ANTOLOGIA DE CONTOS DO RIO VERMELHO implica na aceitação plena deste regulamento.
10. 14. Os casos omissos serão resolvido por uma Comissão formada por 3 (três) membros inscritos no projeto.
11. O custo para a publicação, incluindo revisão, projeto gráfico e impressão deverão ser proveniente de patrocínio e apoio ou mesmo rateado entre os autores que terão direito a um número “X” de livros dependendo da tiragem. Caso aconteça um saldo positivo na venda dos livros, sugiro que seja doado para uma instituição de caridade a ser eleita pelos autores participantes.
Salvador, 10 de agosto de 2009
Helio José Bastos Carneiro de Campos
Contato:
Fone: Res. (71) 3351-3795 Cel. (71) 8751-8411
E-mail: hjbcc@lognet.com.br e helliocampos@gmail.com
2. As inscrições, ou seja, a indicação do interesse em participar do livro deve ser encaminhada via e-mail:
3. O limite de cada CONTO é de até 6 (seis) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times New Roman ou Arial.
4. A POESIA poderá ter no máximo duas páginas em espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times New Roman ou Arial.
5. Cada participante poderá inscrever até dois (2) Contos e duais (2) Poesias.
6. As inscrições são inteiramente gratuitas.
7. Os CONTOS e as POESIAS devem ser remetidos até o dia 30 de novembro em arquivos Documento Word para os e-mails: hjbcc@lognet.com.br e helliocampos@gmail.com, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados dos autores:
a. nome completo;
b. nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de publicação;
c. data de nascimento / profissão;
d. endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).
8. Será constituída uma Comissão avaliadora voluntariada composta por 3 (três) nomes entre os inscritos e/ou externo com reconhecida capacidade artístico-cultural para analisar os CONTOS e POESIAS quanto ao conteúdo e forma, cabendo sugerir alterações e revisões.
9. 13. A inscrição no presente projeto da ANTOLOGIA DE CONTOS DO RIO VERMELHO implica na aceitação plena deste regulamento.
10. 14. Os casos omissos serão resolvido por uma Comissão formada por 3 (três) membros inscritos no projeto.
11. O custo para a publicação, incluindo revisão, projeto gráfico e impressão deverão ser proveniente de patrocínio e apoio ou mesmo rateado entre os autores que terão direito a um número “X” de livros dependendo da tiragem. Caso aconteça um saldo positivo na venda dos livros, sugiro que seja doado para uma instituição de caridade a ser eleita pelos autores participantes.
Salvador, 10 de agosto de 2009
Helio José Bastos Carneiro de Campos
Contato:
Fone: Res. (71) 3351-3795 Cel. (71) 8751-8411
E-mail: hjbcc@lognet.com.br e helliocampos@gmail.com
ANTOLOGIA DE CONTOS E POESIAS DO RIO VERMELHO
Caldas Aulete se refere a antologia dizendo ser uma coletânea de textos em prosa ou em versos ou ainda de música de um ou de vários autores. O conto tem como característica uma narrativa pouco extensa, concisa e que contém unidade dramática, concentrando-se a ação num único ponto de interesse. A poesia é a arte de escrever em versos usando a inspiração, criatividade, despertando a emoção e o sentimento do belo através de uma linguagem humana e estética. Poe e Thekhov ressaltam que o conto precisa causar efeito singular no leitor, muita excitação e emotividade.
A idéia de organizar um livro contendo contos sobre o Rio Vermelho nasceu de uma conversa despretensiosa com os amigos Luciano Figueiredo e posteriormente com Marcio Santos Souza em 2008 durante um bate-papo repleto de boas lembranças.
Durante todo o ano de 2008 estive pensando a melhor maneira de organizar e dar vida a este projeto, contudo, somente agora ao iniciarmos 2009 ele aparece com mais clareza e energia. Uma vontade mesmo de que a publicação possa acontecer até o final do ano. Por este motivo elaborei um pequeno roteiro no intuito de dar os primeiros passos, abrir uma discussão, aguçar a curiosidade, estimular a criatividade e despertar o desejo de participação.
O principal objetivo da Antologia do Rio Vermelho é a de propiciar um encontro dos antigos moradores do bairro convergindo para as lembranças vividas relatadas em forma de contos, destacando a criatividade, sentido dramático e o bom-humor, aliada a expressividade e o prazer de escrever algo inerente a sua experiência no Rio Vermelho.
O livro não tem a intenção de ser uma obra literária sofisticada, mas sim, de contar as facetas pessoais, coletivas, históricas, esportivas, artísticas e humorísticas valorizadas pelo desejo de partilhar suas lembranças em forma de contos sem, contudo perder a qualidade de um bom texto prazeroso de se ler, ao tempo em que pretende estimular o talento do escritor, talvez ainda adormecido em alguns rio-vermelhenses.
Poderão participar todos aqueles moradores e ex-moradores do Rio Vermelho interessados em colaborar com o projeto do livro que tenham uma história para contar, uma lembrança vivida, um fato pitoresco e pode até ficçionar, não necessitando do rigor literário, nem de experiência prévia, mas, sobretudo a vontade de enfrentar o desafio de contar histórias e experiências vividas.
A ANTOLOGIA DE CONTOS DO RIO VERMELHO, título provisório, não tem caráter comercial e é, sobremodo uma fantástica motivação para reunir e aproximar pessoas em torno de um desafio de escrever sobre um tema que está latente em cada um, que se mostra nas conversas repleta de emoção. É um projeto que incita a colaboração de todos os participantes na direção de publicar um livro de contos que fale de você, da praia, do futebol, das brincadeiras, das festas, do mar, das pescarias, do Clube de Praia Avenida, Grêmio Juventude, do sentimento, de tristeza, de alegrias, de vitórias, do Rio Vermelho, de tantas coisas ocultas no cerne de cada escritor.
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